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28/03/2010 FAFIT - Alunos de Ed. Física implantam escolinhas de futebol na região

Estudantes do curso de Educação Física das Faculdades Integradas de Itararé (Fafit-Facic) estão realizando na região uma ação que visa melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes e, ao mesmo tempo, agregar aos praticantes novas perspectivas educacionais, de saúde e cidadania. O projeto chama-se “Pedagogia do Esporte: O Futebol como Educação, Saúde e Cidadania”. Como o próprio nome diz, o projeto visa atrair praticantes para a prática esportiva, especificamente o futebol. As aulas são gratuitas e ocorrem nas cidades de Arapoti, Itararé e Itapeva. A faculdade reconhece o projeto como campo de estágio e oferece apoio e alguns materiais para as aulas. Em Arapoti o projeto acontece com o acadêmico Jean Carlos Klichowski. Ele trabalha voluntariamente com escolinha de futebol em comunidades carentes desde 2008. Atualmente, com o projeto de extensão Pedagogia do Esporte, há cerca de 170 participantes entre 7 e 17 anos em sua escolinha. As aulas em Arapoti ocorrem alternadamente em campos de futebol dos bairros, das 8h às 12h. A ação recebe apoio da Prefeitura Municipal, que segundo Klichowski, fornece o local e materiais esportivos para o projeto. Ele conta que seu objetivo é oportunizar a prática esportiva às crianças e adolescentes menos favorecidos e prevenir o sedentarismo no futuro. A Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) ampara e oferece a estrutura para o projeto em Itararé. Neste pólo a coordenação é do acadêmico Murilo Meneguela e as aulas ocorrem em vários dias e horários da semana. As equipes são separadas por categoria. Ele diz que no local funcionava uma escolinha particular de futebol. Foi então que ele sugeriu que o serviço fosse agregado ao projeto da faculdade e transformado em projeto social. Isso possibilitou a participação gratuita para todos os alunos, independente de classe social. Cerca de 170 meninos estão cadastrados no pólo da AABB de Itararé. Além de treinamento, nessa escolinha há torneios de futebol, almoços de confraternização, gincanas, viagens para amistosos com equipes profissionais, competições, palestras e reforço alimentar. Para tanto, há o apoio de patrocinadores como das empresas Fasapel, Ipiranga Calçados e Confecções, Móveis São José, MDM Decorações, Ita-Gut, Zarichen e Zarichen, Café Rosseto, Posto Fabri, TP Motos, LZ Distribuidora de Gás, Lab Center, Transportadora Marcos. Segundo Meneguela, a filosofia da escolinha não é a de revelar grandes craques, contudo se algum participante se destacar é realizado, se possível, encaminhamento do aluno a testes em clubes de futebol profissional. No Centro de Eventos de Itapeva, em um campo de futebol society, funciona o pólo coordenado pelos acadêmicos Rodrigo Ribas Lima, Antonio Gilberto Battagim Júnior, Aldemir Gomes Motta Júnior e Damásio Dias Machado Neto. Os encontros são das 10h às 12h, aos sábados, e reúnem em média 35 participantes de 10 a 16 anos. A maioria, informam, mora na periferia. Os responsáveis pelo pólo destacam o número de atendidos é significativo para a cidade, que é grande e oferece outras oportunidades de prática esportiva. As aulas elaboradas pelos acadêmicos de Itapeva são preparadas para oferecer aprendizado, diversão e lazer aos alunos. Eles destacam que a convivência pacífica e o respeito mútuo estão entre as exigências para os atendidos continuarem no projeto. Contam ainda que os responsáveis na área da Prefeitura Municipal sabem do trabalho voluntário que eles desenvolvem e autorizam a utilização do campo público para as aulas. Os resultados obtidos com o Projeto Pedagogia do Esporte são motivo de orgulho para a instituição de ensino onde os alunos responsáveis estudam. O coordenador do curso de Educação Física, José Roberto Cantorani, parabeniza os estudantes pelas atividades e principalmente por agirem como células de transformação social, trabalhando por algo mais que salário. e o diretor acadêmico da Fafit, Edson Makoto, também elogia a iniciativa e evidencia que tais acadêmicos têm o diferencial de atuarem apesar das dificuldades. Acrescentou que o fato de desviarem as crianças do caminho da violência faz todo o esforço valer a pena.


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