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Silas Correa Leite

Silas Correa Leite

Silas Correa Leite tem 56 anos, é Teórico da Educação, Jornalista Comunitário e Coordenador de Pesquisas da FAPESP/USP em Culturas Juvenis. Começou a escrever aos 16 anos no jornal O Guarani de Itararé. De família pobre, migrou para SP em 1970 com 18 anos e a quarta-séria do curso primário. Voltou a estudar, fez Direito, Geografia. É Especialista em Educação (Mackenzie), com extensão universitária em Literatura na Comunicação (ECA) e Direitos Humanos e Cidadania. Autor de Porta-Lapsos, Campo de Trigo Com Corvos e do e-book de sucesso O Rinoceronte de Clarice, onze ficções, todas falando de Itararé. Premiado em vários concursos no Brasil e no Exterior. É autor do oficial Hino ao Itarareense. E-mail para contatos: poesilas@terra.com.br Site: www.itarare.com.br/silas.htm Blogues: www.portas-lapsos.zip.net e www.campodetrigocomcorvos.zip.net

Artigo

03/04/2011 Paschoal Melillo


GALERIA NOBRE


PASCHOAL MELILLO


Nascimento: 14.04.190 - Itararé-SP, Brasil


Paschoal Mellilo, junto com Maestro Gaya, Dois dos Maiores Músicos do Brasil, que são de Santa Itararé das Artes, São Paulo


PASCHOAL MELILLO iniciou a carreira artística em São Paulo no final da década de 1920. Nas décadas de 1930 e 1940, atuou com seu conjunto no Cassino do Parque Balneário Hotel com destaque para a lady-crooner Wanda Aranuy.

Ao longo da carreira, além das atuações solo, atuou também com quatro formações diferentes: Pascoal Melilo e Sua Orquestra; Pascoal Melilo e Seu Conjunto; Pascoal Melilo Trio e Pascoal Melilo e Seus Guitarristas. Contratado pela gravadora Copacabana, lançou seus primeiros discos em 1952 tocando acordeom juntamente com seus guitarristas na canção "Gigolette", de Franz Lehar, para a qual fez arranjos de baião, as valsas "Só pelo amor vale a vida", de Zequinha de Abreu e Gabriel Migliori, e "Amando sobre o mar", de Zequinha de Abreu e Marques Jr, e os baiões "Cuco", "Tristonho", "Surpresa", "Ciganinha" e "Gracioso", todos de sua autoria.

Em 1953, gravou com seus guitarristas os baiões "Tristonho", "Surpreso", "Precioso", "Ribeirão", "Cuco", "Ciganinha", "Pardal" e "Cacique", todos de sua autoria. No mesmo ano, gravou com sua orquestra o bolero "Orvalho", de sua autoria, e com seu conjunto os baiões "Sonho", com Olga Esmeriz, e "Soldadinho", de sua autoria, além do maxixe "400 anos" também de sua autoria, uma homenagem aos 400 anos da cidade de São Paulo que foram comemorados no ano seguinte. Ainda em 1954, gravou com seu conjunto o dobrado "Fronteira de Itararé", de sua autoria e José Melilo, os baiões "Chinezinha", "Gigolette", "Gracioso", "Carrilhão" e "Caipira", de sua autoria, e o maxixe "Retreta da Sé", de Luiz Argento.

Com o Trio Pascoal Melilo registrou a polca "Ista faz um bem...", com Glebes da Costa e Zé da Pinta. No ano seguinte, em interpretação solo de acordeom gravou a valsa "No tempo do onça", de Dênis Brean; o baião "Garoto", de sua autoria, e os boleros "Fortuna da saudade", de J. Vilaça e Sadi Fonseca, e "Esmagando rosas", de Alcir Pires Vermelho e David Nasser. Também em 1955, participou do LP "Show Copacabana Nº 1" da gravadora Copacabana coma interpretação de seu baião "Cuco", que foi seu grande sucesso.

Em 1956, gravou com seu conjunto o samba-canção "Dez minutos de paixão", com Mateus Bartoletto, o baião "Dúvida", de sua autoria, e com solo seu de saxofone os boleros "Céu cor de rosa", de V. Herbert e Al Dubin, e "A voz do violão", de Francisco Alves e Haroldo Campos. Esta última na verdade uma canção, ele adaptou como bolero. Em 1957, lançou com seu conjunto os baiões "Coralista", de sua autoria, e "Baião do sino", de Mário Genari Filho. No mesmo ano, lançou o LP "Dance com Paschoal Melilo - Pascoal Melilo, Seu Saxofone e Seu Conjunto" da gravadora Copacabana incluindo oito composições já lançadas em discos de 78 rpm como os baiões "Cuco", "Ciganinha", "Carrilhão", e "Gracioso", de sua autoria.

Em 1959, gravou o LP "Boite" À beira mar - Pascoal Melilo e Seu Conjunto" interpretando as músicas "Samba na lua", "Indiozinho", "Paschoalypso", "Belezinha", "Ninguém é igual a você", e "Bonitinho", de sua autoria, além de "Innamorata", de J. Brooks e H. Warren, "Amargor", de sua autoria e Renato Nogueirol, com vocal de Pedro Batista, "Saudade de Itararé", com Gomes Costa, e vocal de Pedro Batista e Alfredo Simoney, "Um dia voltarás", de Antônio Sergio, e "Silvia", parceria com Pedro M. Simões Filho, e vocal de Pedro Batista. Em 1962, gravou com seu conjunto o bolero "Lady", de sua autoria, e a guarânia "Minha solidão", de José Leopoldo e Teixeira Lessa.

Após um tempo afastado das gravações retornou ao disco com o LP "A volta de Pascoal Melilo" (do selo Inspiração) interpretando 12 músicas de sua autoria: "Quatrocentos anos", "Garoto", "Ciganinha", "Tristonho", "Ribeirão", "Cuco", "Tanáca", "Mascati", "Tristonha", "Cuca", "Quebradinho" e "Reboladinho". Seu maior sucesso como compositor foi o baião "Cuco", um dos destaques musicais do ano de 1953, e gravado por diferentes intérpretes.
Desenvolveu longa carreira especialmente em São Paulo sendo um dos primeiros intérpretes do baião naquele estado.


Paschoal Melillo e Seus Guitarristas-Ciganinha
In, site internacional:
http://recentkickass78s.wordpress.com/2010/07/17/paschoal-melillo-e-seus-guitarristas-ciganinha/

MELHORES DO ANO DE 1953 E SEGUINTES NO BRASIL MUSICAL


1º Risque - Linda Batista

2º João Valentão - Dorival Caymmi

3º Cachaça Não é Água - Carmen Costa & Colé

4º De Cigarro em Cigarro - Nora Ney

5º Eu Sou a Outra - Carmen Costa

6º Barracão - Heleninha Costa

7º Too Young - Nat King Cole

8º Aquela Mascarada - Orlando Silva

9º João Bobo - Ivon Curi

10º Cuco - Pascoal Melilo

FONTE: http://www.betobrito.com.br/100anos/BGs/1953.htm

ONG
Artistas de Itararé
Site: www.artistasdeitarare.blog.spot.com/
E-mail: artistasdeitarare@bol.com.br
Coordenada por 20 Ilustres Amantes das Artes de Itararé


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